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Indígenas bloqueiam a MS-156 e pedem segurança na reserva de Dourados

Desde a manhã desta quarta-feira (13), indígenas bloqueiam a MS-156, entre Dourados/Itaporã, nos dois sentidos. O ato para chamar a atenção das autoridades quanto a ausência de segurança pública na Reserva Indígena ainda não tem previsão para encerrar. Os manifestantes fecharam o local com pedaços de madeira para reivindicar segurança para aqueles que transitam pela […]

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Redação
13/09/2023 às 15h12
Indígenas bloqueiam a MS-156 e pedem segurança na reserva de Dourados

Desde a manhã desta quarta-feira

(13), indígenas bloqueiam a MS-156, entre Dourados/Itaporã, nos dois sentidos.

O ato para chamar a atenção das autoridades quanto a ausência de segurança

pública na Reserva Indígena ainda não tem previsão para encerrar.

Os

manifestantes fecharam o local com pedaços de madeira para reivindicar

segurança para aqueles que transitam pela região, tanto os moradores da

Reserva, quanto de Itaporã e Dourados.

A

comunidade indígena clama por um posto policial na reserva. A gente quer um

posto de segurança pública. Esse manifesto vai continuar até atender o nosso

pedido e a polícia não vai nas aldeias quando é chamada.

O

secretário de segurança pública de MS, Carlos Videira, que está em Dourados

para audiência pública sobre o conflito entre indígenas e sitiantes moradores

nas imediações do anel viário, contou que a polícia têm estado presente na

Reserva.

Foi criado

um Conselho Comunitário de segurança, ouvimos as lideranças e sempre mantemos

contato. Já pedimos a prisão de pessoas para evitar confronto, informou o

secretário.

As

aldeias Jaguapiru e Bororó de Dourados têm quase 20 mil habitantes, maior que

muitas cidades de Mato Grosso do Sul. A Reserva depende da cidade de Dourados

para atendimentos não só em segurança pública, como em vários outras áreas.

Como a

Reserva pertence ao governo federal, os indígenas questionam o jogo de

empurra-empurra no atendimento a população, principalmente de segurança

pública.

Segundo

Renato Jorge, liderança indígena, ainda não foi decido nada, por isso não há

previsão de liberação da via e, inclusive, populares seguem em massa para o

local a fim de continuar a manifestação.

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