Casa da Mulher Brasileira começa a sair do papel em Dourados
Máquinas preparam área onde será construída Casa – (Foto: Divulgação) As equipes iniciaram a fase de demolição no terreno da Vila Planalto (antiga sede regional da Agesul) para preparar o espaço onde será erguida a unidade. Essa é a primeira etapa prática de uma obra aguardada há anos pela população do sul do Estado! A […]

Máquinas preparam área onde será construída Casa – (Foto: Divulgação)
As equipes iniciaram a fase de demolição no terreno da Vila Planalto (antiga sede regional da Agesul) para preparar o espaço onde será erguida a unidade. Essa é a primeira etapa prática de uma obra aguardada há anos pela população do sul do Estado!
A Casa da Mulher Brasileira será um espaço integrado e humanizado para acolher mulheres em situação de violência. A unidade vai reunir diversos serviços essenciais em um só lugar, evitando que a vítima precise se deslocar pela cidade:
· Atendimento psicossocial
· Orientação jurídica (Defensoria e Ministério Público)
· Delegacia Especializada e Juizado
· Apoio completo da rede de proteção
O investimento será em torno de R$ 18 milhões e prazo de conclusão de dois anos (720 dias), o projeto é fruto de uma forte articulação política iniciada pelo deputado federal Geraldo Resende, ainda na gestão do ex-prefeito Alan Guedes, unindo esforços dos governos Federal, Estadual e Municipal.
Esse é um marco histórico e um dos maiores investimentos já feitos na rede de proteção às mulheres em Mato Grosso do Sul!
A Casa da Mulher Brasileira é um centro integrado de atendimento criado pelo Governo Federal em 2013, durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, como o principal eixo do programa “Mulher, Viver sem Violência”. O projeto foi idealizado para solucionar um grave problema estrutural: a “rota crítica” ou peregrinação que a vítima precisava fazer por diversos órgãos espalhados pela cidade (delegacia, hospital, fórum, assistência social) para buscar ajuda, um processo desgastante que frequentemente causava revitimização e levava à desistência das denúncias. Para reverter esse cenário e encorajar o rompimento do ciclo de abusos, a Casa foi desenhada para reunir, sob o mesmo teto, delegacia especializada, juizado, Ministério Público, Defensoria Pública, apoio psicossocial e alojamento de trânsito, oferecendo à mulher uma rede de proteção unificada, ágil e humanizada em seu momento de maior vulnerabilidade.
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